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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

FUNDADOR DO ELEVADOR, SENHOR DE BRAGA E DO BOM JESUS

RESUMO: Decorridos cento e vinte anos da morte de um dos maiores empresários da segunda metade do século XIX, procuramos homenagear o fundador do Ascensor do Bom Jesus do Monte, um bem patrimonial com valor universal, e, sobretudo, lançar mais luz sobre a vida e a obra de Manuel Joaquim Gomes, no âmbito histórico, cultural e económico.
A sua ligação e devoção ao Bom Jesus era muito estreita e empática, pois o contexto de onde se vem e no qual se cresce influi naquilo em que se converterá como pessoa. Desde pequeno se habituou a fazer o trajeto do Bom Jesus para Braga, para se deslocar para o trabalho, sempre atento aos detalhes, sabendo captar o bucolismo da paisagem, a atmosfera do lugar e o rasto dos peregrinos da estância.
Além de criador do funicular, o mais longevo a nível mundial quanto ao seu modo de funcionamento por contrapeso de água, foi o impulsionador dos transportes ferroviários em Braga. A partir desta cidade exportou toda a tecnologia e experiência e participou ativamente na instalação da «Companhia dos Ascensores Mecânicos», para exploração e construção dos elevadores nas colinas de Lisboa.
Também deixou a sua marca de homem público, de grande empreendedor e dinâmico empresário em outras áreas de atividade: como acionista e diretor da fábrica de Ruães, na atividade bancária e panificação, na indústria hoteleira, na exploração e certificação das águas do Gerês e como vereador da câmara municipal.
Palavras-chave: Ascensor, transportes ferroviários, arquitetura industrial, indústria hoteleira, indústria panificadora, atividade bancária, termalismo.

ABSTRACT: One hundred and twenty years have passed after the death of one of the greatest entrepreneurs of the second half of the nineteenth century, so today we seek to honour the founder of the Lift of Bom Jesus do Monte, an asset with universal value, and above all, shed more light on the life and work of Manuel Joaquim Gomes, in the historical, cultural and economic context.
His connection and devotion to Bom Jesus was very close and empathetic, since the context of where one comes from and where one grows influences in what you will become as a person. Since little boy, he is accustomed to make the path Bom Jesus - Braga, to go to work, always attentive to detail, knowing how to capture the bucolic landscape, the atmosphere of the place and the trail of the pilgrims.
Besides being the Funicular creator, the longest-lived in the world as to its mode of operation for water balance, he promoted the railway transport in Braga. From this city he exported all the technology and experience and actively participated in the installation of «Company of Mechanical Elevators» for the exploration and construction of lifts in the hills of Lisbon.
Also left his mark as a public man, a great entrepreneur and dynamic businessman in other areas of activity: as a shareholder and director of Ruães factory, both in banking and baking, in the hotel industry, in the operation and certification of Gerês waters and as alderman of the town hall.

Keywords: Lift, rail, industrial architecture, hotel industry, bakery industry, banking, Hydrotherapy.

(Artigo publicado na Revista Bracara Augusta, Câmara Municipal de Braga, Vol. LIX, n.º 117(130), ano de 2014, pp.233-275.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

NOTA COM IMAGEM DO BOM JESUS

Juntamos um vale, datado de 14 de fevereiro de 1920, no valor de 5 centavos, emitido pela Câmara Municipal de Braga, com a imagem do Bom Jesus do Monte.

vale de 5 centavos
vale de 5 centavos (1) 001

sábado, 26 de maio de 2012

AVENIDA CENTRAL, BRAGA, EM 1915.

AVENIDA CENTRAL EM 1915

HOSPITAL DE S. MARCOS

 

O Hospital de S. Marcos que vem prestado à população bracarense, desde há vários séculos, esteve para se instalar a partir de 1916, em Infias, conforme perspetiva geral que juntamos.
Esta perspetiva, do novo Hospital de S. Marcos, era do professor da Escola Industrial, da cidade de Braga, Domingos Rebelo Barbosa, enquanto que o projeto era de um distinto engenheiro sanitário de Lisboa. O Estado concorreria para esta obra com 150.000$000.

projeto do hospital de s. marcos

MANUEL DE CARVALHO ALAIO

Padre, distintíssimo artista musical, director do Órfeão de Braga e Professor. Autor de «Ecos do Santuário». Foto de 1928.

Padre Manuel de Carvalho Alaio

quinta-feira, 24 de maio de 2012

PALÁCIO DA DONA CHICA, EM PALMEIRA

No lugar de São Sebastião, freguesia de Palmeira, estava em construção, em 1916, um acastelado solar dos proprietários João José Ferreira Rego e D. Francisca Peixoto do Rego na sua terra natal.
Este palácio, segundo o projeto do arquiteto Ernesto Korrodi, foi, sem dúvida, uma das mais artísticas e confortáveis vivendas da região, construída nos moldes medievais. O exterior do palácio é todo em cantaria, à exceção de algumas superfícies em alvenaria. No rés-do-chão predomina o granito azul da região, enquanto que nos pavimentos superiores o granito de Afife.

PALÁCIO DA DONA CHICA

BANDA DE MÚSICA DO COLÉGIO DE SÃO CAETANO, EM CALDELAS, EM 1915

banda do csc em caldelas

terça-feira, 22 de maio de 2012

Demarcação da freguesia de Mire com a freguesia de Parada de Tibães em 1761

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« …Dali vai à devesa chamada da Rainha onde se acha um marco de pedra que está na esquina da Quinta do Anjo que é do Governo do mesmo Mosteiro de Tibães…

vai ter a campos chamados Agras Velhas, que possuem várias há pessoas, onde se acha um marco de pedra, o qual sítio parte com a freguesia de Mire…

Daí, rosto direito, vai ter ao lugar da Casa Nova, que parte com a freguesia de Mire onde se acha um marco de pedra na terra que possui José Luís, da mesma freguesia de Mire…

Daí, continuando esta medição, rosto direito, vai ter ao Monte de Carrascal que parte com a mesma freguesia de Mire, onde se acha um marco de pedra na terra que possui Francisca de Araújo, desta freguesia…

Daí, rosto direito, vai ter ao sítio da Barrosa onde se acha um marco em terra maninha …».

domingo, 20 de maio de 2012

FESTA NO ATENEU COMERCIAL DE BRAGA EM 1928

FESTA NO ATENEU COMERCIAL DE BRAGA, 1928

CONVENTO DE BOURO EM 1928

bouro em 1928 001

ANTÓNIO LUIZ DA COSTA PEREIRA DE VILHENA COUTINHO

Nasceu, em Braga, a 5 de Março de 1830. Filho devilhena coutinho Gaspar José da Costa Pereira de Vilhena Coutinho. Juiz de Fora da Vila de Amarante. Fidalgo da Casa Real e Cavaleiro professo da Ordem de Cristo. Residiu no Antigo Campo da Vinha ( Edificio do Tribunal Judicia).

sábado, 19 de maio de 2012

FESTA DO ESPÍRITO SANTO

Decorreu nos dias 27 e 28 de Maio de 1928, a tradicional Festa do Espírito Santo, no Bom Jesus do Monte, como decorre da notícia abaixo.

Festa do espírito santo, 1928 001

MANUEL BENTO DE CARVALHO

Faleceu em maio de1928, com 81 anos de idade, Manuel Bento de Carvalho, um dos maiores empresários de Braga e autor do livro Manuel Joaquim Gomes a sua ephoca e as suas emprezas, publicado em 1906, pela Associação Comercial de Braga, de que foi presidente.
Era natural de Vila Real. Era partiicular amigo do fundador do Elevador do Bom Jesus do Monte.

MBC

CONGRESSO LITÚRGICO DE BRAGA - 1928

O 1.º Congresso Litúrgico de Braga, realizou-se entre 26 de Junho a 1 de Julho de 1928. Simultaneamente decorreu uma Feira de Amostras, no edifício do Liceu, antigo Colégio do Espírito Santo. Um dos oradores, do congresso, foi Dom António Coelho, Doutor em Liturgia e futuro pároco de Mire de Tibães.

Congresso litúrgico de Braga, 1928. 01 001
Feira ds amostras de Braga, 1928
Congresso litúrgico, Braga, 1928, 02 001

domingo, 28 de agosto de 2011

TRABALHADORES VISITAM O SAMEIRO

Operários da Fábrica Ralha, de Braga, confraternizaram no Sameiro em 19 de Julho de 1958.

19-7-1958, confraternização operária da Fábrica Ralha no Sameiro

sábado, 31 de julho de 2010

CAMPO AQUÍFERO DAS SETE FONTES

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terça-feira, 8 de junho de 2010

PRAÇA DA REPÚBLICA

Até 1904, designou-se Largo da Lapa e após essa data, até 1910, Largo Hintze Ribeiro. Passou a ter a nomenclatura Praça da República a partir de 1910. O nome de Campo de Sant' Anna aplicava-se apenas à actual Av.ª Central.

terça-feira, 1 de junho de 2010

AUGUSTO LUÍS VIEIRA SOARES

Nasceu em 5 de Outubro de 1873 em Braga e faleceu em Vizela em 1954.
Era Bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra.
A nível profissional, Augusto Luís Vieira Soares exerceu os cargos de:
- Presidente do Banco Industrial Português;
- Administrador da Caixa Geral de Depósitos;
- Administrador da Companhia de Moçambique;
- Administrador-delegado na Companhia do Boror.
A nível político, Vieira Soares filiou-se no Partido Republicano Português, tendo exercido cargos de elevada responsabilidade política como Procurador Geral da República, Ministro da Justiça e  Ministro dos Negócios Estrangeiros. 
Um dos acontecimentos mais marcantes que envolveu o nosso país, durante todo o século XX, foi a declaração de guerra que a Alemanha fez a Portugal, no dia 9 de Março de 1916. Ora, quem recebeu a declaração de guerra da Alemanha a Portugal foi, precisamente, o bracarense Augusto Luís Vieira Soares, na altura Ministro dos Negócios Estrangeiros!
Recebeu várias condecorações:
- Grã-Cruz da Torre e Espada;
- Grã-Cruz de Isabel a Católica;
- Legião de Honra.

DOMINGOS LEITE PEREIRA



Nasceu em Braga em 1882 e faleceu no Porto em 1956.
Foi um grande vulto da primeira república.
Era licenciado em Teologia pelo Curso Superior de Letras da Universidade de Coimbra.
Ocupou cargos de relevo na vida política portuguesa:
- Presidente da Câmara Municipal de Braga depois da República;
- Deputado às constituintes pelo Partido Democrático;
- Presidente da Câmara dos Deputados;
- Ministro da instrução pública no governo de José Relvas em 1919;
- Primeiro Ministro;
- Ministro dos negócios estrangeiros em vários governos;
- Presidente da Companhia de Seguros Douro.

ÁLVARO PIPA


Partidário dos ideais republicanos, desempenhou um papel preponderante na defesa dos anseios de progresso e desenvolvimento de Braga e do Minho. Foi igualmente um dos proprietários da Farmácia Pipa.
Como jornalista, dirigiu esporadicamente o jornal Diário do Minho, na sequência de uma cisão neste jornal e fundou e foi o primeiro director do Correio do Minho (Julho 1926), ao lado de Ribeiro Coelho, Afonso Palmeira e Alberto Feio, entre outros.