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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

RANCHOS FOLCLÓRICOS DO CONCELHO DE BRAGA

RANCHO FOLCLÓRICO DR. GONÇALO SAMPAIO
O Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio é o grupo mais antigo e mais representativo da região do Baixo Minho e de Portugal.
Criado com o propósito de proceder à recolha, conservação e divulgação das tradições populares da sua Região, já nessa fase, em fase de acentuado desaparecimento, teve a sua primeira apresentação em público nas Festas do . João em Braga, em 24 de Junho de 1936.
Constftuído por cerca de 50 elementos, desde estudantes a trabalhadores das mais variadas profissões e idades, foi dirigido até meados do mês de Julho do ano seguinte pelo Prof. Dr. Gonçalo Sampaio e a partir de então e durante quase meio século, pelo Prof. Mota Leite.
Passou a usar a actual designação de Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio em 8 de Dezembro de 1936, mas com a condição, por este imposta, de se manter sempre fiei à verdade possível. É da autoria do Prof. Dr. Gonçalo Sampaio o famoso "Cancioneiro Minhoto" e a valiosa colectânea de "Danças Regionais do Minho".
Apresenta geralmente os trajes de há cem anos em uso na Região de Braga: elas com o trajo de "Capotilha, de Encosta, da Ribeira e do Valdeste, com a sua variante de Sequeira"; eles, com o generalizado 'trajo masculino", sem variantes dignas de registo.
A sua "ronda", das mais típicas, é constituída por uma ou mais concertinas, cavaquinhos, violas braguesas e violões, bombo e ferrinhos.
Usam-se ainda, castanholas e castanholas, conforme as zonas de recolha das danças que constituem o seu programa: chulas, machões, viras e suas variantes.
Ao longo de dezenas e dezenas de anos e em centenas e centenas de actuações, tem vindo o Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio a divulgar as danças, cantares e trajos da Região do Baixo Minho por todo o País e por vários países da Europa, nomeadamente Espanha, França, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Suíça, etc. Fora da Europa, só no Brasil.

GRUPO FOLCLÓRICO SEMEAR ALEGRIA DE CELEIRÓS

Este Grupo começou a germinar no seio da Paróquia de Celeirós e chegou mesmo a dar os primeiros passos (embora num espaço bastante limitado) amparado pela instituição religiosa. Contudo, foi o despertar de valores transmitidos através de gerações que constitui o suporte básico da sua afirmação como instituição cultural.
Celeirós pode caracterizar-se como um dos principais berços minhotos de bons Locadores de cavaquinho, violão, viola braguesa e concertina, bem como de cantadeiras e contadores.
Estes factores permitem vislumbrar um horizonte optimista para a Associação, se se mantiver vinculada aos objectivos contemplados nos caminhos que vem percorrendo.
Os trajos, as danças e cantares que o Grupo apresenta são da região do Baixo Minho. Trajos femininos do Vale do Cavado, Vale D'Este, Encosta e Ribeira; os masculinos, trajo Domingueiro e Homem Comum.
Para além da participação em Dezenas de Festas e Romarias, o Grupo Folclórico de Celeirós tem organizado anualmente o seu próprio Festival Folclórico, alguns de âmbito nacional.

GRUPO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DE LOMAR
O objectivo primordial do Grupo Folclórico da Casa do Povo de Lomar aquando da sua criação, em 1979, foi o de recuperar a Etnografia da Região, sob pena de muitos usos e costumes ancestrais se perderas. Desde então e até à actualidade, este Grupo tem vindo a desenvolver uma actividade significativa neste campo.
O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Lomar tem-se exibido em diversas regiões do País, em Festivais de Folclore, Romarias, Convívios, etc. Já participou em algumas edições das "Tardes de Domingo", bem como no Encontro de Grupos de Reis do Concelho de Braga.
Os cerca de 40 elementos que compõem o Grupo apresentam trajes do Vale d'Este, Vale do Cavado, Encosta, de ir à Feira e do Homem Comum. Os instrumentos utilizados são: concertina, violão, viola braguesa, ferrinhos e tambor.

GRUPO FOLCLÓRICO DE PROFESSORES DE BRAGA

Há vinte anos que este grupo, constituído por professores de todos os graus de ensino e com sede na Escola Dr. Francisco Sanches, desta cidade, se dedica ao estudo e à divulgação de algumas manifestações do folclore tradicional da região: danças, cantares, modas e trajares. O seu estilo de animação popular concilia o sério e o divertido, de modo a proporcionar aos públicos mais diversos uns momentos de bem estar, de alegria e de descontracção.
Como o público das Tardes de Domingo gosta dever e ouvir os grupos folclóricos dançando também ao seu gosto e bel-prazer, o Grupo Folclórico de Professores mostrará certamente um repertório variado e contagiante.

RANCHO FOLCLÓRICO DA ASSOCIALÃO CULTURAL, RECREATIVA E DESPORTIVA DE FERREIROS

A Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Ferreiros integra o Grupo Folclórico de Santa Maria de Ferreiros. Este Agrupamento, não obstante ter sido formado apenas em 1984, tem vindo a desenvolver, desde então, uma actividade cultural/folclórica deveras apreciável.
Com efeito, editou já duas cassetes musicais (com 12 temas cada) e realizou 1 5 Festivais de Folclore, sendo 1 O internacionais.
Ferreiros, uma das freguesias suburbanas da cidade e do concelho de Braga, na actualidade predominantemente industrial, foi outrora uma terra de características acentuadamente rurais, tendo na agricultura a actividade económica principal. Era pois no amanho da terra, sobretudo nas ceifas e desfolhadas, que as gentes do campo expandiam as suas alegrias nas danças e cantigas. Estas cantigas e danças terão estado na origem da formação de uma Tuna em Ferreiros, que muito contribuiu para a preservação do Folclore da Região do Vale d'Este.
Este projecto etnográfico é continuado, a partir de 1984, pelo Grupo Folclórico de Santa Maria de Ferreiros. Este Grupo, que conta com muitas actuações na região e por todo o país e estrangeiro, inclui no seu repertório as típicas danças e cantares da região minhota: o malhão e a chula.

RANCHO FOLCLÓRICO DE S. MARTINHO DE TIBÃES

O Grupo Folclórico de S. Martinho de Tibães, nasce entre as velhas Paredes do Convento Beniditino de Tibães, no ano de 1982. A sua existência deve-se ao grupo de Teatro Tony e CA, cujas receitas dos espectáculos serviam para oferecer uma festa de Natal a todas as crianças da terra e não só, oferecendo espectáculos, brinquedos, chocolates, balões, etc.
Em 1981, este grupo ofereceu um programa de variedades muito completo e apreciado, não só pelas crianças, como também pelos seus familiares.
O entusiasmo desse dia levou a que se formasse um pequeno grupo de Folclore Infantil. Mas, foi graças ao empenho e dedicação do Sr. António Capa, que nasceu o Grupo Folclórico de S. Martinho de Tibães. O Grupo Folclórico de S. Martinho de Tibães, tem percorrido todo o país, além fronteiras, actuando em grandes Festas, Romarias, Hotéis, Casamentos, Baptizados, levando sempre o sentido da genuinidade do povo do Baixo Minho.
Este Grupo mostra através dos trajes a cultura dos seus antepassados, apresentando os trajes da Ribeira, Vale O' Este, Vale do Cávado, à Rico, Domingueiro, do Campo, etc.

RUSGA DE S. VICENTE - GRUPO ETNOGRÁFICO DO BAIXO MINHO
Corria o ano de 1965, uma semana antes das tradicionais festas da cidade (S. João da Ponte), encontrando-se o Fexisco e o Gaspar Maleiro numa das suas habituais "cavaquearas" nocturnas, quando ao recordar velhos tempos, vem à baila as festas e romarias de antigamente Rapidamente concluíram que estas vinham perdendo a qualidade e popularidade de ano para ano, sendo exemplo evidente disso, o arraial de Santa Marta da Falperra e o S. João de Braga.
E nesta altura da conversa que se lança a ideia de se juntarem alguns amigos tocadores (concertina, bombo, ferrinhos e reque - reque), e ao som destes, ir avenida abaixo cantando e dançando para depois chegados ao "terreiro de S. João da Ponte", aí comerem e beberem do merendeira.
A Rusga de S. Vicente, nas suas actuações, apresenta-se trajada à moda camponesa de finais do século XIX e princípios do século XX, caracterizando as zonas que compõem a região geo-etnográfica do Baixo Minho.
A Rusga de S. Vicente tem levado o seu vasto repertório de danças e cantares com o respectivo movimento ritmo e cor às mais variadas partes do nosso país e do estrangeiro nomeadamente a: Setúbal, Sintra, Lisboa, Santarém, Bombarral, Viseu, Tarouca, Águeda, Porto, Matosinhos, Cabeceiras de Basto, Ponte da Barca, Viana do Castelo, Esposende, Bélgica, Itália, Alemanha e França. Em 1994, este grupo foi seleccionado pelo Parque Municipal de Exposições de Braga, para representar o folclore nacional na "Feira de Mostras de Noroeste", em Ferrol, Corunha, Espanha.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

FRESCO DE PINTOR BRACARENSE

Israel Macedo nasceu em 1916 e faleceu, este ano, com 92 anos em Lisboa. Segundo informação que colhemos junto de uma colega Rosa Sarmento haverá muito pouca informação deste pintor. É conhecida uma fotografia do pintor junto de colegas de Belas Artes Júlio Resende, Pomar e Nadir Afonso.
Existe numa loja comercial da cidade, no número 734 da Avenida da Liberdade, outrora dependência do extinto jornal diário O Comércio do Porto, actualmente Sapataria Moda Nova, um fresco da sua autoria, datado de 1945. No fresco são visíveis a Torre Eiffel e o Arco do Triunfo, pois esta obra teria sido encomendada para a «Sapataria Paris», também, desaparecida.

SEMINÁRIO DE S. PEDRO E S. PAULO – LARGO DE SANTIAGO

Nos claustros do Seminário de S. Pedro e S. Paulo no Largo de Santiago, foram descobertos grandes achados arqueológicos, na década de 60, do século XX, pelo Cónego Luciano dos Santos. Muitos dos vestígios da Época Romana encontrados nessas escavações encontram-se no Museu Pio XII, situado, igualmente, no mesmo edifício.

domingo, 17 de janeiro de 2010

CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGA

À entrada deste edifício barroco deparamos com uma escadaria nobre de acesso à parte superior. As paredes laterais estão forradas com azulejaria, tipo barroco, azul e branca, com grinaldas e ramos. Subindo o primeiro lanço da escada nobre, vemos representados nos lambris diversos monumentos da cidade, a maior parte deles demolidos. No primeiro patamar da escadaria a figura emblemática de Braga (uma dama emplumada que num braço segura uma lança e, no outro, um castelo). De cada lado duas inscrições em cartelas respectivas. Uma refere-se ao final da construção da primeira fase – 1756 e, a outra, tem as letras B. A. F. A. (Bracara Augusta fiel e antiga). Nesta escadaria encontramos painéis de azulejos representando: de um lado a Torre da Ajuda, S. João da Ponte, o Castelo, os Antigos Paços do Concelho, a Capela Mór da Sé, a Senhora da Torre e o Chafariz da Galeria, a Sé de Braga e o Chafariz da Galeria; do outro lado a Misericórdia, a Porta de Santiago, a capela dos Coimbras, Alpendres e Pelourinho, Porta de Santo António, Chafariz do Campo de Santana, Torre de Nossa Senhora da Glória, Arco da Porta Nova e Arco e Torre do Postigo. No patamar cimeiro, ao centro, a entrada, na cidade, de D. José de Bragança, a quem se deve o edifício camarário. No SALÃO NOBRE DA CÂMARA ( Sala das Sessões ) encontramos medalhões e ilustres varões (bracarenses, ou então, ligados à história da cidade). Entre eles: GABRIEL PEREIRA DE CASTRO (1571/1632); DIOGO DE TEIVE (Século XVI); D. FREI BARTOLOMEU DOS MÁRTIRES (1594/1592); FRANCISCO SANCHES (século XVI); D.DIOGO DE SOUSA (Séculos XV/XVI); D. FREI CAETANO BRANDÃO ( 1790/1805); DOM RODRIGO DE MOURA TELLES (1704/1728); BARÃO DE SÃO MARTINHO (Século XIX). No tecto e nas sancas deste pequeno mais extraordinário e belo salão, estão assinaladas algumas datas muito significativas não só para a história de Braga: - 28- 10- 1110 – Doação, não confirmada, do Couto de Braga feita por Dona Teresa, mulher de Dom Henrique (pais do primeiro Rei de Portugal) ao Arcebispo D. Maurício, instituindo assim um senhorio que durou até ao século XVIII; - 12- 04- 1112 – Confirmação pela Rainha Dona Teresa (por vezes usava este título) ao Arcebispo Dom Maurício (que ficou conhecido como Anti-Papa), do Couto de Braga; - 27- 05- 1128 – Data em que Dom Afonso Henriques confirma, por sua vez, na pessoa do Arcebispo Dom Paio Mendes, a doação do Couto de Braga, ampliando essa doação com Privilégios de Capelania e Chancelaria, concedendo à Sé de Braga o poder de cunhar moeda para a conclusão da Catedral de Santa Maria. - 11- 12- 1640 – Neste dia a Câmara reunida em Sessão Extraordinária com o Senado, nos Paços do Concelho, sitos então junto à Sé, depois de ouvidos os Três Estados – Clero, Nobreza e Povo – resolve aclamar D. João IV como Rei de Portugal e dos Algarves, dando assim o seu assentimento à Restauração da Independência de Portugal, proclamada em Lisboa no dia 1 do mesmo mês; - 25- 03- 1793 – Graças ao Arcebispo D. Frei Caetano Brandão, que a tinha organizado, tem lugar neste dia o encerramento da 1ª Exposição Agrícola e Industrial de Braga, com distribuição de prémios aos expositores.


sábado, 9 de janeiro de 2010

BRAGA ANTIGA

1914_Avenida Central campo de santa ana 1916- Garagem Autopalace
1917-festa s.joão 1917-praça da república
1918-praça república 1949
1949festa s joao 1950praça republica
1950praçarepublica 1995 renovação urbanistica da praça a republica e largo Barão S. Martinho
Avenida da liberdade teatro circo Comício de apoio à participação de portugal na primeira guerra, 1916
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Largo de S.martinho- Edifício Café Brazileira entre anos 10 e 30 praça da república
praça republica praça republica 1950
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Festa S. João Avenuida Central renovação urbanística da Rua S. MArcos

Rua S. Marcos_antes


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