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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

NA CERCA DO MOSTEIRO DE TIBÃES – FOTO ANTIGA

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sábado, 8 de novembro de 2014

CERCA DO MOSTEIRO EM 1937

 

cerca de tibães em 1937

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

MOSTEIROS: DO PASSADO AO FUTURO

Vai ter lugar no Mosteiro de Tibães um ciclo de conferências, entre 19 e 21 de Dezembro, conforme programa a seguir.

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

AZULEJOS DOS CLAUSTROS - MOSTEIRO DE TIBÃES

 

Em 1730, vieram de Lisboa 1200 azulejos, para o claustro novo e para alguns consertos no claustro do refeitório. Com os azulejos foram investidos 12.000rs, pelo encaixotamento 1.200rs, por 4 grandes caixas para o transporte 2.700rs, pelo frete até ao Porto 2.280 rs, por 2 carros que transportaram os azulejos até ao mosteiro 1.200rs, pelo assentamento a 2 trabalhadores de Afife (Matias Carn. e Lourenço G.) 6.940rs.

CLARABÓIA – MOSTEIRO DE TIBÃES

Em 1804, na escada da entrada principal do mosteiro abriu-se uma grande claraboia, toda envidraçada.

RELÓGIO DA TORRE – MOSTEIRO DE TIBÃES

Aquando das obras de restauro das torres do mosteiro, em 1801, colocou-se um relógio novo que importou em 206.690rs.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

OS MARTINETES DE TIBÃES

Como em tudo na vida, também entre os monges da congregação de S. Bento se verificavam sensibilidades e conflitos internos.
Fosse por razões pessoas, bairristas ou divisões políticas, as lutas foram constantes desde a fundação da congregação, no séc. XVI.
Durante a dominação filipina, duas fações sobressaem entre os monges, os Martinetes de Tibães e os Nicolaítas de Coimbra.
Os Martinetes estavam mais ligados à causa da independência de Portugal, enquanto os Nicolaítas eram mais ou menos defensores das pretensões de Castela.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Bispo de Leiria visita Tibães

Tibães recebeu, no dia 8 de Julho de 1925, a visita de ilustres personalidades. Foram recebidos pelo abade de Tibães, Padre Marques Coelho e pelo proprietário do convento José António Monteiro Vieira Marques. De entre essas visitas ilustres destacamos o Sr. Bispo de Leiria D. José Alves Correia da Silva e os reverendos António Ferreira Pinto, vice-reitor do Seminário do Porto; António Rodrigues Conde, pároco de Paramos; João da Cunha Lima, Abade de Freamunde; Serafim Gonçalves das Neves, Abade de Azurara; Gaspar Lemos de Amorim, pároco de Refontoura; Miguel de Miranda, abade de Entre-os-Rios; António Correia Ferreira da Mota, vigário da Vara de Cascais; Tomaz Gonçalves Pereira, de Valongo e António da Silva Costa da Maia.

domingo, 30 de setembro de 2012

OS MOINHOS DO COUTO

No âmbito das jornadas europeias do património, o Mosteiro de São Martinho de Tibães organizou, no dia 30 de setembro, uma caminhaha, entre as 08.30 – 13.00hs, subordinada ao tema «Os moinhos do couto: a memória e o futuro».
Os participantes, que aderiram em grande número, percorreram diversos locais, entre os quais destacamos: Arco, Casa do Rio e Azenhas do Cávado; Cais do Rio Cávado; Engenho da Serra de Penelas; Moinhos das Pontesinhas e da Rua da Guita; Moinhos do Assento; Moinho da Quinta da Mainha e Ponte do Ribeiro.

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segunda-feira, 9 de julho de 2012

MINA DAS AVELEIRAS EM TIBÃES

Na Cerca do Mosteiro de Tibães e área envolvente, existe uma série de minas de água destacando-se a Mina do Moinho de Água, a Mina da Cabrita, a Mina da Preguiça, a Mina das Aveleiras e a Mina de S. Bento. A maioria das minas de água é constituída, na generalidade, por galerias de pequenas dimensões, baixas, estreitas e sem iluminação natural. A Mina das Aveleiras é uma antiga mina de volfrâmio, pertencente ao Mosteiro de São Martinho de Tibães, e localiza-se a Sul do lago da Cerca do Mosteiro de Tibães, abrangendo parte dos terrenos desta Cerca, prolongando-se para fora da mata, para a zona Sorte do Monte de S. Gens. A Mina das Aveleiras, construída pelos frades beneditinos, começou por ser uma mina de água.

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terça-feira, 13 de março de 2012

25 ANOS APÓS A AQUISIÇÃO DO MOSTEIRO DE TIBÃES

Most. Tibães

O governo português assinou, em agosto de 1986, a escritura da aquisição do Mosteiro de Tibães, passando, em janeiro de 1987, para a posse do Estado.

Neste processo, que vem de longe, foram determinantes a pressão e a luta de anónimos, da freguesia, de historiadores e homens da cultura e da Aspa.

Seguem-se anos de reabilitação de um património, que se encontrava num elevado estado de degradação, com vista a uma remost1cuperação digna de tão valioso património.

Nesta tarefa de restauro e revitalização da casa-mãe beneditina devemos salientar a direção que durante mais de duas décadas presidiu aos destinos do mosteiro.

Vem, agora, a Associação «Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães» pre sidida pela Dr.ª Aida Mata, comemorar esta data, com um conjunto de iniciativas no próximo dia 24: Passeio pelos patrimónos de Tibães, saberes e memórias; Jantar de São Bento.

domingo, 20 de novembro de 2011

CAMINHADA COM HISTÓRIA

O Mosteiro de S. Martinho de Tibães promoveu mais uma caminhada com o título «A eleição do Juiz do Couto de Tibães». Concentramo-nos hoje, por volta das 08.30 hs, em frente da Casa de S. Bento, no lugar de Sobrado, visitando os seguintes locais: Marco do Couto no lugar de Sobrado, Mina do Corgo, Poça do Pica, Ponte do Iteiro, Capela de Mire, Quinta de Melhorado, Quinta da Cancela, Quinta da Barrosa, Quinta de Mire (Assento), Casa da Renda, Fonte de Seixido, Fonte do Bicho, Ouvidoria (Convento).
Parabéns aos organizadores.

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

MOSTEIRO DE TIBÃES ORGANIZA «MÊS DE S. BENTO»

 

Durante o mês de Julho terão lugar um conjunto de iniciativas em homenagem ao fundador da Ordem Beneditina: concertos, celebração litúrgica, jantar e cinema.


programa

domingo, 26 de setembro de 2010

94 ABADES DE TIBÃES

Após o Concílio de Trento, os cargos maiores (Abade Geral, Definitório, Conselho do Geral e Visitadores) para a congregação beneditina portuguesa (1567-1834) faziam-se por eleição, no Capítulo Geral que se reunia trienalmente, nos princípios de Maio, no Mosteiro de Tibães. De 1570 a 1834, a Congregação Beneditina foi administrada por 94 Abades Gerais, que tinham o título de Abades de Tibães.

AMIGOS DE TIBÃES

Decorreu, no passado sábado, dia 25 de Setembro, a segunda reunião do Grupo de Amigos do Mosteiro de São Martinho de Tibães (GAMT), onde foram aprovados os estatutos da Associação.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

DEMARCAÇÃO DO COUTO DE TIBÃES - 1675

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

RENDAS E VIZINHOS DAS FREGUESIAS DO COUTO DE TIBÃES-1706

S. Martinho de Tibães, Mosteiro e Cabeça da Ordem de S. Bento em Portugal, de que é Geral o Abade desta Casa, rende quatro mil e quinhentos cruzados com sabidos e anexas, apresenta cura secular, tem trinta e cinco vizinhos. Tem formoso templo com maravilhoso retábulo que é o primeiro que na Província se inventou, tem grandes e aprazíveis claustros, com muitas fontes, assim nos corredores altos, como nos pátios baixos, dilatada cerca com bons pomares, olivais e matas; há neste Convento uma relíquia de S. Bento e nele estão sepultados muitos varões de exemplar virtude.
Nossa Senhora da Graça, que antigamente se chamou a Igreja de Padim, Abadia da Mitra, rende com a Pousa sua anexa em Barcelos duzentos e cinquenta mil réis, tem cento e vinte vizinhos.
Santa Maria de Mire, Curado do Convento de Tibães, tem vinte e cinco vizinhos. Aqui teve El-Rei Teodomiro um Paço e quinta de recreio, que deu o nome à freguesia.
S. Paio de Parada, Vigararia anexa a uma Conesia de Tibães, rende trinta e cinco mil réis e para o Cónego oitenta mil réis, tem trinta vizinhos.
S. Paio da Ponte, Vigararia anexa a outra Conesia, rende sessenta mil réis e para o Cónego cento e dez mil réis, tem cinquenta vizinhos.
S. Pedro de Merelim, a quem o livro da Ordem de Cristo chama Merim, foi Mosteiro de Frades Bentos e depois extinto, apresentação de Tibães, a quem ainda conhece com certo foro: passou a Comenda de Cristo, e é Reitoria da Mitra, rende cem mil réis e para o Comendador mais de mil cruzados. Tem cento e dez vizinhos.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

COUTO DE TIBÃES (4)

Em reunião da Câmara de Braga, datada de 18 de Janeiro de 1837, é dado conhecimento da cessação de funções dos extintos coutos de Pedralva, Vimieiro e Tibães.
A Câmara de Braga, em 25 de Fevereiro de 1837, solicita às Câmaras dos coutos dissolvidos para enviarem os inventários para se proceder ao seu arquivo.
Com a extinção da Câmara do Couto de Tibães, vários objectos e utensílios foram entregues ao cuidado da Câmara de Braga.
O Presidente da Câmara de Braga dá conhecimento, em reunião de Câmara datada de 10 de Dezembro de 1847, de um pedido do Governo Civil pedindo para que o património do extinto Couto de Tibães reverta a favor do Estado. A liquidação do património do Couto de Tibães ficou por sete mil e duzentos e noventa e quatro réis a pagar pela Câmara, mas dado que a Câmara não obtinha rendimento das freguesias que pertenciam ao extinto Couto de Tibães, agora anexadas ao Município de Braga, julga-se sem obrigação de pagar quantia alguma .
De acordo com um ofício n.º 69, do Governo Civil, datado de 18 de Março de 1857, é aprovada a venda da casa da cadeia do extinto Couto de Tibães.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

FONTE DA MARIANA

Na vizinha freguesia de Padim da Graça, por trás da Sede dos Águias da Graça, encontramos a Fonte da Mariana construída pelos monges negros de Tibães, que abastecia a água do quintalejo e das azenhas.
O quintalejo era um jardim de recreio dos monges, com chafariz e tanques de água e flores. A foto mostra-nos o passadiço por onde era conduzida a respectiva água. Era aqui que começava o caminho dos monges até ao convento.
Hoje quase nada resta desta centenária fonte.
Agradeço a presente informação ao Sr. João Correia Ferreira de Padim da Graça.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

TIBÃES E A ORDEM BENEDITINA EM 1763

Conventos de religiosos
S. Martinho de Tibães, Braga, ano 562, fundação ano 1080
S. Bento da Saúde, Lisboa, ano 1598
Colégio de S. bento, Coimbra, 1551
S. Tirso de Riba D’Ave, Porto, ano 713, fundação ano 965, Reedificação ano 1094
Santa Maria, Pombeiro, ano 900, Fundação ano 1041
Salvador de Paço de Sousa, Arrifana, ano 1088
S. Miguel de Refojos, Basto, ano 669
S. André de Rendufe, Amares, ano 1107
Salvador de Travanca,Amarante, ano 1009
S. Bento dos Apóstolos, Santarém, ano 1571
S. João da Pendurada, Porto, ano 1014
S. Romão, Neiva, ano 1100
Salvador de Ganfei, Valença, ano 690, Reedificação ano 1018
S. Miguel de Bostelo, Arrifana, ano 1039
Santa Maria de Carvoeiro, Viana, ano 805
Salvador de Palme Barcelos, ano 1028
S. João de Arnoia, Amarante, ano 1033
S. Martinho do Couto, ano 1177
Santa Maria de Miranda, Ponte de Lima, ano 659
S. João de Cabanas, Caminha, ano 564
Colégio de N. S. da Estela, Lisboa, ano 1574
Mosteiro de Religiosas
Santa Maria, Aves, ano 1059
Salvador de vairão, Porto, ano 1110
N. S. da Assunção Semide, ano 1150
Santa Ana, Viana, ano 1502
S. Bento, Porto, 1518
S. Bento, Porto, 1550
S. Bento, Monção, ano 1550
S. Bento, Coimbra, 1555
O Bom Jesus, Viseu, ano 1560
S. Bento, Murça, ano 1587
Santa Escolástica, Bragança, ano 1590
N. S. da Purificação, Moimenta da Beira, ano 1596
Salvador, Braga, ano 1602.