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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

AMPLIAÇÃO DO CEMITÉRIO DE TIBÃES



Argumentos que apresentamos em reunião do município bracarense, efetuada em 12 de novembro de 2018:

1- Somos a favor da ampliação do cemitério, mas no local do atual, como no Passal, Ouriçosa ou nas suas imediações. Temos muito terreno para o efeito e muito estacionamento. Somos contra a existência de dois cemitérios, afastados um do outro, um quilómetro;

2- Quando surgiu a nova localização da quinta da Boavista, terreno com minas e nascentes de água, o povo desconhecia totalmente a ideia. Soube por uma entrevista num jornal diário. Por isso o povo nunca foi ouvido;

3- Nas últimas eleições autárquicas todos os partidos manifestaram a necessidade da ampliação, mas nenhum sugeriu a quinta da Boavista para o efeito;

4- Durante séculos os mortos foram enterrados no interior da igreja, depois passou para os claustros e só a partir de 1936 é que foi inaugurado o atual cemitério, paredes meias com a igreja. O culto dos mortos é tão importante como o culto e a cultura dos vivos. Daí o património não se cingir, apenas, a pedras, mas também a costumes, hábitos, tradições. A cultura dos mortos faz parte do nosso património imaterial. Não devemos ter vergonha dos mortos, nem abandoná-los, nem a existência de cemitérios é fator de perturbação patrimonial. Obviamente que apelamos a locais onde predomine a regra, o respeito, a simplicidade, a modernidade sem qualquer fausto, a ecologia;

4- Apelamos à Direção Geral do Património Cultural para não tomar decisões contrárias ao povo. A cultura do povo é ancestral e sempre soube preservar o património. Não foi o povo, que, ao longo de décadas, levou o mosteiro à ruína.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

SELO COMEMORATIVO DOS 500 ANOS DO FORAL


Não poderia haver melhor forma de terminar as comemorações da atribuição do foral ao Couto do Mosteiro de São Martinho de Tibães, do que a impressão de um selo comemorativo.




terça-feira, 5 de setembro de 2017

MONUMENTO AO FORAL MANUELINO DE TIBÃES

No âmbito das comemorações dos 500 anos do Foral Manuelino de Tibães foi inaugurado, no dia 3 de setembro de 2017, um monumento alusivo à efeméride. Junta-se dois artigos de jornais, Correio do Minho e Diário do Minho do dia 4 de setembro de 2017.


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

INAUGURAÇÃO DO MONUMENTO

sábado, 15 de julho de 2017

ATLÂNTICO EXPRESSO, AÇORES, 2017-06-26

Artigo publicado no jornal de Ponta Delgada, por José Handel de Oliveira, intitulado: «Apresentação doo livro Memórias do Couto de Tibães»:






segunda-feira, 19 de junho de 2017

CONFERÊNCIA SOBRE O FORAL EM 18 DE JUNHO DE 2017




quinta-feira, 15 de junho de 2017

APRESENTAÇÃO DAS MEMÓRIAS DO COUTO DE IBÃES






domingo, 11 de junho de 2017

OBRIGADO

UM GRANDE ABRAÇO A TODOS OS AMIGOS PRESENTES NO LANÇAMENTO DO LIVRO «MEMÓRIAS DO COUTO DE TIBÃES»




sexta-feira, 9 de junho de 2017

APRESENTAÇÃO DE MEMÓRIAS DO COUTO DE TIBÃES



quinta-feira, 1 de junho de 2017

APRESENTAÇÃO DE «MEMÓRIAS DO COUTO DE TIBÃES»


terça-feira, 30 de maio de 2017

APRESENTAÇÃO DE «MEMÓRIAS DO COUTO DE TIBÃES»


quarta-feira, 17 de maio de 2017

CAMINHADAS PELOS LIMITES DO COUTO DE TIBÃES


domingo, 23 de abril de 2017

COMEMORAÇÕES DOS 500 ANOS DO FORAL DE TIBÃES

Começou com um brilhante espetáculo as comemorações do 5.º centenário do foral do couto do mosteiro de São Martinho de Tibães.
A academia de música Allegro levou à cena um show musical intitulado «GETHSEMANNE».
Do programa saliento Panis Angelicus, Jesus Christ Super Star, I don´t know how to love him.
Parabéns aos organizadores e à academia.




sábado, 8 de abril de 2017

COMEMORAÇÕES DOS 500 ANOS DO FORAL

Correio do Minho de 2017-04-08
Diário do Minho de 2017-04-08

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

REPORTAGEM SOBRE O DIA DA FREGUESIA

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

DIA DA FREGUESIA
MIRE DE TIBÃES


quinta-feira, 21 de abril de 2016

Marcos de Mire de Tibães

património de interesse municipal



A Assembleia Municipal de Braga, em sessão ordinária de 12 de fevereiro de 2016, aprovou por unanimidade, a proposta de Classificação de Património de Interesse Municipal, os Marcos da Freguesia de Mire de Tibães, tendo sido, anteriormente, aprovada em reunião do Executivo Municipal de 1 de fevereiro de 2016.

Ver Reportagem do Porto Canal.
http://videos.sapo.ao/2qb0eLIy3mLBUI3p02tL

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

PELOS MARCOS DE SANTA MARIA DE MIRE

No passado dia 3 de outubro realizou-se uma caminhada pela extinta freguesia de Santa Maria de Mire, promovida pela Junta de Freguesia, GAMT e Grupo de Jovens. As fotos são de Diogo Adalberto Vieira.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

FUNDADOR DO ELEVADOR, SENHOR DE BRAGA E DO BOM JESUS

RESUMO: Decorridos cento e vinte anos da morte de um dos maiores empresários da segunda metade do século XIX, procuramos homenagear o fundador do Ascensor do Bom Jesus do Monte, um bem patrimonial com valor universal, e, sobretudo, lançar mais luz sobre a vida e a obra de Manuel Joaquim Gomes, no âmbito histórico, cultural e económico.
A sua ligação e devoção ao Bom Jesus era muito estreita e empática, pois o contexto de onde se vem e no qual se cresce influi naquilo em que se converterá como pessoa. Desde pequeno se habituou a fazer o trajeto do Bom Jesus para Braga, para se deslocar para o trabalho, sempre atento aos detalhes, sabendo captar o bucolismo da paisagem, a atmosfera do lugar e o rasto dos peregrinos da estância.
Além de criador do funicular, o mais longevo a nível mundial quanto ao seu modo de funcionamento por contrapeso de água, foi o impulsionador dos transportes ferroviários em Braga. A partir desta cidade exportou toda a tecnologia e experiência e participou ativamente na instalação da «Companhia dos Ascensores Mecânicos», para exploração e construção dos elevadores nas colinas de Lisboa.
Também deixou a sua marca de homem público, de grande empreendedor e dinâmico empresário em outras áreas de atividade: como acionista e diretor da fábrica de Ruães, na atividade bancária e panificação, na indústria hoteleira, na exploração e certificação das águas do Gerês e como vereador da câmara municipal.
Palavras-chave: Ascensor, transportes ferroviários, arquitetura industrial, indústria hoteleira, indústria panificadora, atividade bancária, termalismo.

ABSTRACT: One hundred and twenty years have passed after the death of one of the greatest entrepreneurs of the second half of the nineteenth century, so today we seek to honour the founder of the Lift of Bom Jesus do Monte, an asset with universal value, and above all, shed more light on the life and work of Manuel Joaquim Gomes, in the historical, cultural and economic context.
His connection and devotion to Bom Jesus was very close and empathetic, since the context of where one comes from and where one grows influences in what you will become as a person. Since little boy, he is accustomed to make the path Bom Jesus - Braga, to go to work, always attentive to detail, knowing how to capture the bucolic landscape, the atmosphere of the place and the trail of the pilgrims.
Besides being the Funicular creator, the longest-lived in the world as to its mode of operation for water balance, he promoted the railway transport in Braga. From this city he exported all the technology and experience and actively participated in the installation of «Company of Mechanical Elevators» for the exploration and construction of lifts in the hills of Lisbon.
Also left his mark as a public man, a great entrepreneur and dynamic businessman in other areas of activity: as a shareholder and director of Ruães factory, both in banking and baking, in the hotel industry, in the operation and certification of Gerês waters and as alderman of the town hall.

Keywords: Lift, rail, industrial architecture, hotel industry, bakery industry, banking, Hydrotherapy.

(Artigo publicado na Revista Bracara Augusta, Câmara Municipal de Braga, Vol. LIX, n.º 117(130), ano de 2014, pp.233-275.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Destruição de Património Industrial em Ruães

 

Numa busca por grandes empresas fundadas no século XIX, na região, salta à vista, imediatamente, a Fábrica de Ruães, apesar de o nome original ter sido substituído, posteriormente, por Companhia Fabril do Cávado. Não obstante, sobretudo na área do baixo Cávado, a empresa parece ter continuado a ser referida, vulgarmente, como Fábrica de Ruães, pujante indústria portuguesa, que, sem dúvida, dominou o panorama industrial da zona por cerca de um século, onde se fabricava um primoroso papel que foi premiado na Exposição de Londres e os mais variados tecidos destinados à exportação.
Mas, infelizmente, os Bárbaros do século XXI acabaram por destruir e demolir, nos últimos dias, os poucos vestígios desse património industrial. Ainda, recentemente, neste Blog apelávamos para a salvação das belas «chaminés da fábrica».

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