José Carlos Peixoto é o vencedor do Prémio Manuel Monteiro
18/01/2017Seja bem-vindo a «História por um Canudo».
Aqui encontrarão diversas investigações e publicações sobre áreas do meu interesse:
as minhas impressões;
a minha terra, Mire de Tibães;
o pedagogo e pai dos pobres, Frei Caetano Brandão;
o património de Braga.
18/01/2017
Numa busca por grandes empresas fundadas no século XIX, na região, salta à vista, imediatamente, a Fábrica de Ruães, apesar de o nome original ter sido substituído, posteriormente, por Companhia Fabril do Cávado. Não obstante, sobretudo na área do baixo Cávado, a empresa parece ter continuado a ser referida, vulgarmente, como Fábrica de Ruães, pujante indústria portuguesa, que, sem dúvida, dominou o panorama industrial da zona por cerca de um século, onde se fabricava um primoroso papel que foi premiado na Exposição de Londres e os mais variados tecidos destinados à exportação.
Mas, infelizmente, os Bárbaros do século XXI acabaram por destruir e demolir, nos últimos dias, os poucos vestígios desse património industrial. Ainda, recentemente, neste Blog apelávamos para a salvação das belas «chaminés da fábrica».
AOS MEUS AMIGOS
Nesta época de magia, envio votos sinceros de Boas Festas, Bom Natal e Próspero Ano Novo. Não se esqueçam de serem felizes, de respirar paz, de espalhar esperança, alegria e amor.
Faça-se Natal.
Neste dia de S. Martinho, padroeiro da minha freguesia, divulgo algumas cantigas sobre Tibães, que os antigos cantavam e declamavam.
Lembro-me, muito bem, como o Sr. Abílio Campos, em momentos de convívio, cantava e encantava com estas estrofes e com a sua voz pura e bem afinada.